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Inferno de Dan Brown – resenha

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Confesso. Sou leitora compulsiva. Hábito herdado de meu pai, que desde menina me apresentou à grande Literatura. A leitura é um prazer que me permito em quatro línguas e aprecio vários gêneros.

Acredito que a parte mais sexy de um corpo seja um cérebro malhado com neurônios trincados, bem definidos e ativos. Outras de minhas paixões são a filosofia, a história, as ciências, a cultura europeia, a arquitetura, pintura, escultura e todas as artes. A última obra que devorei une isso tudo. Foi a última aventura do simbologista Robert Langdon, num thriller de suspense. O Inferno de Dan Brown é inspirado na obra A Divina Comédia, de Dante Alighieri, que retrata o Umbral e todas as suas nuances mais sinistras na primeira parte do poema. Um tributo à obra literária do século XIX. Ainda descreve em detalhes Florença, Veneza e Istambul. As aventuras pregressas venderam mais que 150 milhões de exemplares! Meus rebentos estudaram parte da infância no colégio paulista que leva o nome desse gigante da literatura, Dante, e chegavam em casa cantando Oh, Sole Mio aos 10 anos.

Anjos… seres espirituais que exercem o ofício de mensageiros entre Deus e os homens.

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E demônios… A palavra vem do grego daimónion, pelo lat. daemoniu. Nas crenças da Antiguidade e no politeísmo, a palavra demônio significa gênio inspirador, bom ou mau, que presidia o caráter e o destino de cada indivíduo. Seria o mesmo que alma, ou espírito.

boudoir floripa(imagens de Cleber Valério)

Adoro com Brawn consegue criar segredos e mistérios, introduzir símbolos e referências históricas até em instrução de shampoo, fazer caça ao tesouro de uma forma tão interessante.

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Impossível ler sobre o Mappa dell’Inferno de Botticelli sem visualizar a obra.

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A fórmula de Dan Brown é uma receita de bolo que deu certo. Repete em todos os livros. O que não tira seu mérito nem a vontade de ler, pois há reviravoltas e urgência em resolver os mistérios até a última página. Amei de paixão as obras Anjos e Demônios e Código da Vinci. Fortaleza Digital not so much. Ainda não li O Ponto de Impacto e Símbolo Perdido. Mas é assim: o professor de Harvard Robert Langdon é chamado para dar um piteco acadêmico. E então, se envolve sem querer numa complicada trama na qual tem que salvar a humanidade. Sai pelo velho mundo em busca de pistas na companhia de uma mulher interessante, bonita e solitária. Precisa resolver mistérios e desafios em pouquíssimas horas.

Uma obra cumpre com seu papel, se além de entreter, faz você refletir. Essa fala especificamente sobre a superpopulação e seus efeitos colaterais. Em 85 anos, a população do mundo triplicou. Nascem 250 mil pessoas a cada dia. Me preocupo. Sei que problemas como desmatamento, poluição, buraco na camada de ozônio e fome estão ligados à superpopulação.

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Esse é um assunto controverso e debatido entre ativistas e estudiosos nas esferas políticas, religiosas, sociais e econômicas. Previsões de consumo de recursos naturais e políticas de controle populacional não são unanimidades e geram grandes debates pelo mundo. Epidemias como a Peste Negra, que dizimou um terço da população mundial e catástrofes naturais seriam formas naturais de controle populacional?

Vamos ajudar a reflorestar o mundo no post abaixo. Continue sua leitura ;-)

Qual o prédio mais alto de Balneário Camboriú?

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Lembro aos curiosos de plantão e aos seguidores desse Blog que sou corretora de imóveis em Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina, uma cidade que respira mercado imobiliário. Digo isso porque Balneário sempre teve vocação turística. Atrai tanto quem deseja passar um verão inesquecível, quanto veranistas que caíram de amores pela cidade e querem ter seu apartamento e poder ir sempre, como também os irremediavelmente apaixonados que querem mudar de rumo e ter qualidade de vida, fazendo de Balneário seu endereço definitivo.

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É uma cidade nova, com 49 anos e apenas 46 quilômetros quadrados. E todos desejam o movimento, a vida e a alegria da Praia Central, que tem pouco mais de 6 quilômetros. A consequência de tanta demanda são imóveis de luxo em prédios cada vez mais altos.

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(na imagem, o mais top frente-mar do sul do Brasil quase pronto, o Millenium)

De acordo com o Sinsduscon de Balneário Camboriú, as regras de zoneamento estabelecem que à beira-mar os apartamentos devem ter, pelo menos, 220 metros quadrados de área. E entre a praia e 3 Avenida, 150 metros ou mais. Isso para qualificar o mercado local e atender a demanda de fazendeiros de outros estados que desejam trocar de vez em quando a terra arada pela areia. Um estudo feito pela consultoria Brain, de Curitiba, indica que 60% do estoque de apartamentos lançados na cidade vale acima de R$ 1 milhão.

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Sabia? Seis dos dez maiores prédios do Brasil estão em Santa Catarina. Em fevereiro de 2014 estarão prontas as fundações do maior prédio em construção do país atualmente, segundo a consultoria Council of Tall Buildings and Urban Habitat (CTBUH). O Infinity Coast da FG Empreendimentos, com 66 pavimentos. No planejamento de obras da FG há ainda o One Tower de 70 pavimentos.

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A Construtora Pasqualotto também está no páreo com um projeto superarrojado:  a Pininfarina, responsável pelo design de modelos da Ferrari e da Maserati, promete que o Yachthouse Residence Club será o prédio de luxo mais alto do Brasil, com mais de 220 metros de altura nos seus 57 pavimentos, além de ser também o primeiro dentro de uma marina, a Tedesco, na área mais nobre da Praia Central de Balneário Camboriú. O Embraed Tower, sob a direção de Tatiana Rosa Cequinel, também ambiciona ser o mais alto prédio, com potencial para ultrapassar 80 andares a ser lançado no ano que vem.

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Quem ganha essa competição? O investidor. Quer decidir qual desses empreendimentos é o que combina melhor com você para investir ou morar? Procure-me! Marque sua hora comigo!  

Bárbara Reiter – CRECI 23.045  -  (47) 9200-2999 / 9629-2999

Turbine a autoestima em 2014

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Sempre digo que autoestima (como eu me sinto) tem muito a ver com autoimagem (como eu me vejo). Padrões de beleza são perecíveis e flexíveis. Dependem de tempo, lugar, costumes.

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Parece que há uma padronização da beleza, em que toda mulher tem que ter cabelo longo e lisinho, ser magra, sarada, siliconada, bronzeada e ter eternamente 20 anos! Somos enganadas pelo desfile infindável de seios e bumbuns na TV, nas revistas, nos outdoors, nos sites. Gatas vertiginosas tão photoshopadas que se tornam inatingíveis comparadas às nós, mortais comuns, e até mesmo por elas próprias! Qualquer uma hoje pode virar da noite para o dia uma Deusa despudorada nua e ficar famosa depois de um reality-show. Mas, atenção, amada internauta do mundo da blogosfera! A beleza não tem gabarito! O corpo feminino é uma obra-prima divina!  

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Cada um de nós está no cenário que se colocou, contracenando com personagens que atraiu, é ator principal, diretor e roteirista de sua própria vida. Autoestima e autoastral são sinônimos de beleza, saúde, vigor, paixão, júbilo da vida! Corpo, mente e energia harmonizados no seu máximo potencial e entusiasmo! Divirta-se em tudo o que fizer! Atitude positiva é tudo! A forma de pensar influencia, e muito, o nosso corpo. Ele é uma máquina perfeita. Atingir o máximo de saúde, bem estar e beleza está ao seu alcance, a partir desse momento, desde que você decida tomar atitudes saudáveis agora. Não deixe para se amar depois, para iniciar a dieta segunda-feira (sempre da outra semana!).

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A vida é curta, passa voando! Cada pequena vitória deve ser brindada! Um delicioso instante presente é absolutamente tudo nessa vida! Ao olhar-se no espelho, veja a face de uma mulher maravilhosa, vencedora, incomparável. Veja além de uma simples imagem, enxergue suas qualidades interiores e tudo o que a vida ainda pode lhe trazer de bom. Quando se descrever, comece pela lista dos seus sucessos, das suas conquistas, das suas virtudes, do que você tem de melhor. Quando você se ama e se respeita, cria uma aura magnética em torno de si mesma. Ser sexy não depende de ter 50 quilos, 1,80 de altura, olhos azuis. A mais importante de todas as mulheres, é a que está lendo esse post agora!

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Se a mulher for lindíssima, esteticamente dentro do padrão estabelecido pela mídia, mas se não se amar, é como uma lâmpada apagada, não tem brilho. Nem o peão da obra vai mexer quando ela passar. Mulher que se acha bonita e gostosa (mesmo que não seja tanto assim), quando passa na rua, desculpe, mas parece cadela no cio: os homens cobiçam, as mulheres invejam. É o tal do carisma.

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Uma mulher de 30, 40, 50 é um vulcão em eminente estado de erupção! Só usa lingeries que precisam de porte de armas para vestir. Conhece seu corpo, suas limitações, sabe o que fica melhor ao vestir, o corte de cabelo que lhe favorece, a maquiagem que corrige e mostra seus pontos fortes. Seu perfume é como um ataque de feromônios com altíssimo poder de sedução. Não quer ao seu lado um machista, mas sim dividir a vida com um Macho que saiba ser um companheiro de qualidade! Toda poderosa, no fundo, quer um alguém especial com quem possa ser uma menininha frágil e pedir colinho. A idade traz a elegância e o autocontrole, a serenidade e a classe. Traz olhos benevolentes para as outras pessoas que ainda não entenderam que a vida é uma oportunidade imperdível de ser feliz.

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Então, coloque o salto alto e saia por aí para curtir a vida! Enlouqueça, vire do avesso, celebre a vida, corra na praia, no parque, pinte o cabelo, comece a ginástica, volte a estudar, conte piada, paquere um homem interessante ou se tiver um homem sortudo casado com você, paquere seu marido, viaje de navio, admire a cor do crepúsculo, suba a barra da saia, não ligue para críticas, matricule-se na aula de dança, ore, enfeite a casa com flores, assista uma comédia, enfie o pé no jaqueiral, aprenda francês, caminhe descalça na areia, na grama, abrace uma árvore, aprenda a dizer para o espelho, todos os dias: eu me amo! E a melhor dica de todas: faça fotos com o Cleber Valério e a Jordane Marques do Boudoir Floripa, que assinam as imagens desse post. 

Boudoir Floripa – Glamour vintage

Um mais um é igual a dois? Nem sempre. A sinergia de dois artistas catarinenses prova que a matemática da arte é multiplicadora. Juntos, criaram o Boudoir Floripa, que se especializou em turbinar a autoestima de gente como a gente, que não ganha a vida sob os holofotes da Globo.

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Que mulher nunca imaginou como seria estar nas páginas de uma Playboy, hein? O fotógrafo Cléber Valério e a artista plástica Jordane Marques ajudam as pessoas que desejam resgatar sua sensualidade, dar-se de presente um dia de Diva, sentir-se uma celebridade, fortalecer a autoestima, presentear o companheiro, apimentar o relacionamento.

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Montaram em Florianópolis um estúdio moldado especialmente para trazer o glamour do Boudoir. É um termo francês do século XXVIII. Os quartos privados onde as mulheres tinham seus momentos mais íntimos, apertavam o corselet, se jogavam no pó de arroz, recebiam as amigas, faziam penteados, tomavam banho, retocavam a maquiagem e, principalmente, conversavam livremente sobre assuntos femininos. O boudoir também pode ter inspiração nas pin-ups, no burlesco, no vintage.

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Nas fotos não há nudez, apenas romantismo, leveza, insinuação, bom gosto, sensualidade e feminilidade que passa a léguas da vulgaridade.

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Não há modelos profissionais. Se o problema for o constrangimento com um corpo não está perfeito, não se preocupe. As luzes e sombras colocam o foco no que você tem de mais bonito e escondem o que você não deseja mostrar. Sensualidade não está só no corpo: está no olhar, nos gestos, no sorriso, nas suas idiossincrasias.

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Por último: namorados, noivos e maridos ciumentos devem entender que as fotos são feitas pensando neles. O fotógrafo Cléber Valério é um homem bem-casado e bem-resolvido, e sua mulher é quem idealizou carinhosamente esse projeto.

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Quer saber mais detalhes? Pode ligar que conto tudo: 47 9629-2999.

Imagens falam mais que mil palavras. Confira as fotos desse post, todas de Cléber Valério. 

Sure, man, they’re the Schürmanns

Resenha do comovente livro Pequeno Segredo: a lição de vida de Kat para a família Schurmann

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Embarquei em cada expedição empreendida pela legendária família brasileira: os Schürmann, através da leitura. Corajosos heróis modernos que abandonaram em 1984 o porto de Florianópolis e a zona de conforto para transformar a vida numa aventura planejada, mas, ainda assim, imprevisível. Na primeira expedição, dez anos em cenários exóticos e o oceano como endereço. E assim Heloísa – professora de inglês e leitora de Jules Verne, e Vilfredo – economista e empresário, criaram a segunda geração de Schürmann marinheiros: Pierre, David e Wilhelm. O mar ainda os presenteou com a filha Kat, xodozinho de todos. Experiências incríveis, paisagens impensáveis. A segunda expedição refez a rota do navegador português Fernando de Magalhães. “Ó, mar salgado, quanto do teu sal são lágrimas de Portugal! Por te cruzarmos, quantas mães choraram, quantos filhos em vão rezaram! Quantas noivas ficaram por casar, para que fosses nosso, ó mar! Valeu a pena? Tudo vale a pena, se a alma não é pequena.”

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Dos seis livros da família que li, meu favorito foi o último, que conta a história de Kat. A maior lição do emocionante livro Pequeno Segredo é a do amor incondicional, mas também ensina a difícil lição do desapego. Tocou profundamente meu coração e me lavei em lágrimas em vários trechos. Belíssimo livro, narra a entrada de Kat na vida da família e suas aventuras a bordo do Aysso.

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Suas descobertas de menina, de adolescente, bullying, as consequências do HIV. É admirável a coragem e generosidade desses pais, que expuseram sua filhinha soropositiva para a vida, permitiram que vivesse intensamente, conhecesse 44 países, com toda a dificuldade de conseguir medicação e tratamento mundo a fora. Há pais que têm receio de permitir que seus filhos façam até mesmo pequenos voos fora do ninho, por questões de saúde ou medo do mundo.

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Kat nasceu de uma mãe cabocla amazonense, Jeane, da comunidade Carauari e um pai neozelandês, Robert. Conheceram os Schürmann na Austrália e uma amizade estreitou-se entre eles. Heloísa ajudou muito Jeane com sua experiência. Anos depois, reencontraram-se no Rio, já sem Jeane, que havia desencarnado. Os Schürmann passaram a cuidar da Kat enquanto Robert viajava a trabalho. Até que um dia, Robert, doente, num gesto extremo de amor e altruísmo, ofereceu sua filhinha a eles, dizendo que gostaria que ela tivesse uma família amorosa de verdade quando ele partisse. Kat já havia entrado no coração de seus novos pais, e então, entrou oficialmente para a família.

K05K02Foi crescendo feito plantinha frágil, protegida e cercada de muito amor, em cenários cinematográficos. Kat viveu uma vida intensa, de aventuras e desafios, aprendeu a falar três línguas, navegou por mais de cinquenta mil quilômetros e nunca desperdiçou um segundo. Mas, sendo soropositiva, seu Espírito se despediu pouco antes de completar 14 anos. Quando morre um dos pais, a pessoa fica órfã, quando morre o marido, fica viúva. Quando morre um filho, nem há palavra que descreva. Contraria as leis da natureza ver um filho partir do exílio na Terra, de volta à vida espiritual.

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Em janeiro de 2011 fomos conhecer o Instituto Kat Schurmann, em Bombinhas, que tem como missão contribuir para a manutenção da qualidade do ambiente marinho e costeiro e fortalecimento da sustentabilidade socioambiental das comunidades litorâneas brasileiras. Na chegada assistimos a um documentário sobre a pequena marinheira, feito pelo irmão cineasta, David. O vídeo da que assistimos da Kat:

http://www.youtube.com/watch?v=sOsSwfcNTqA&feature=player_embedded   Saímos do auditório enxugando as lágrimas, meu marido, eu e nosso caçula, Alexander. Quem estava ao lado de fora e veio nos confortar? O Capitão Vilfredo, o pai. Nosso herói moderno nos deu uma lição gigante de amor e desapego. A aventura não terminou por aqui. Ano que vem vai virar um longa.

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O próximo capítulo será a Expedição Oriente. Quem sabe dessa vez não acompanho somente pela leitura: vou me candidatar a ser uma das tripulantes convidadas a experenciar a vida a bordo por alguns dias.

 

Veleiro Amazonas III

Amazonas III - Foto Anselmo Döll

Em inglês ou alemão, fisher quer dizer pescador. Claudio Fischer estava destinado a ser amante dos oceanos. Há 4 anos, o mergulhador é o feliz proprietário da impressionante e confortabilíssima embarcação Amazonas III. O hoteleiro pode cruzar os sete mares de porto em porto, cais em cais, com sua bandeira tremulando no mastro do terceiro maior veleiro do Brasil, enquanto coleciona belíssimas imagens para expor. Que privilégio poder mergulhar com a mesma frequência que vou buscar pãozinho na padaria! O mundo em baixo da água é muito lindo, imensamente colorido, apaixonante! Tudo acontece em outra velocidade, muito mais lenta, tranquila, você é obrigado a desacelerar na respiração, no movimento das nadadeiras para poder curtir as mil cores, o balé dos cardumes e observar o quanto a Natureza é pródiga!

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Fischer planeja dedicar-se também à pesquisa do comportamento daqueles que são o topo da cadeia alimentar subaquática: os temidos “superpredadores” tubarões. Para isso espera poder contar com o patrocínio da iniciativa privada, e em 2014 levantar âncora, soltar amarras e nós e cruzar as marés brasileiras atrás desse gigante injustiçado e incompreendido.

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Curiosidade 1: Você sabia que os dentes dos tubarões são incorporados às gengivas e não ao maxilar? São constantemente substituídos ao longo da vida. Diversas linhas de dentes substitutos crescem na parte interna e progressivamente avançam como em uma “escada rolante”. Perdem 6.000 dentes por ano até 30.000 durante a vida!

Curiosidade 2: Os tubarões são importantes, desempenham um papel crucial na limpeza dos oceanos, tragando animais mortos e refugos.

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Curiosidade 3: Existem há 400 milhões de anos, enquanto muitos outros animais apareceram e desapareceram. Muitas espécies estão ameaçadas de extinção devido à caça predatória. São procurados devido à cartilagem, que é usada em medicamentos. Mesmo sem comprovação científica, são vendidas a preços altos, tornando-os atrativos aos pescadores. A “indústria” da barbatana é milionária. Um quilo de barbatana pode chegar a mil dólares em restaurantes de Honk Kong. O consumo na China mexe com a indústria pesqueira do mundo todo. É responsável pela matança anual de 280 mil tubarões só no Brasil!

Tomara que Fischer possa contribuir para reverter essa situação.

Assista aqui a expedição a Abrolhos:

https://www.youtube.com/watch?v=vUVyDzK7ORc 

Bons ventos!

Procura imóvel em Balneário Camboriú?

 

Photo Emerson Touche

Santa Catarina é a um pedacinho da Europa nos trópicos! Até parece a Suíça! Ouve-se muito alemão, italiano. As pessoas são educadas, não jogam lixo nas ruas. Quando o pedestre pisa fora da calçada, os carros imediatamente param para que ele passe. Quando os donos de cachorros saem para passear, o fruto de seu “momento de reflexão” é imediatamente recolhido por um dono educadíssimo. Não há a violência urbana que se vê em outros estados. As pessoas não são de briga nas baladas. Há uma megaconcentração de gente bonita. Todos são altos, belos, loiros. E as mulheres, então? Tudo Bündchen! Santa Catarina é realmente um estado privilegiado por muitas paisagens diferentes.
Agora um pouquinho da badalada Balneário Camboriú.

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Uma cidade altamente efervescente espremida entre o oceano e a BR 101. A extensão é pequena, então, a cidade cresce verticalmente e se vê prédios mais altos sendo construídos a cada dia. Seis dos dez maiores do Brasil estão em Balneário Camboriú.

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Durante o ano suas praias são sossegadas e tranquilas. Ao passear na orla à noite, veem-se as luzes apagadas nos prédios gigantes da Av. Atlântica.
Mas na temporada a praia central incha e sua população multiplica-se por dez! Quem é VIP e gosta de badalação encontra tudo o que quer na praia central. Vida noturna agitada, gastronomia, esportes náuticos e muita gente bonita!

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Quer aproveitar ainda essa temporada? Tenho imóveis de belezas incomparáveis, prontos para entrar e usufruir de tudo o que essa praia fantástica tem a oferecer.

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Ligue e fale comigo:
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Bárbara Reiter – CRECI 23.045

Delícias gastronômicas de Jairo Susyn

O estrelado Chef e Restauranteur Jairo Susyn de Curitiba (Domadoni, Empório Santa Genoveva, Caprese Gastronomia) anda circulando por Santa Catarina a procura de ponto e sócio para novos voos gastronômicos. Sorte nossa.

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A convite da produtora Bell Rocha, participou do Programa Vera de Toledo da TV Panorama. Divide aqui duas de suas delícias.

Insalata di Mare

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Ingredientes: lula em anéis, tentáculos de polvo cozidos ao vinho tinto, camarões G limpos e eviscerados, salsão picado, cebola roxa bem picadinha, limão, azeite extra virgem prensado a frio, vinagre de vinho branco, sal, pimenta-do-reino moída na hora, salsinha microscopicamente picada, folhinhas de manjericão.

Modo de fazer

  1. Em uma panela grande, cozinhe por 3 minutos os camarões e limpe-os.
  2. Em outra panela, cozinhe bem o polvo em vinho tinto. Pique os tentáculos em cilindros de 2 cm.
  3. Aguarde esfriar e misture todos os ingredientes. Tempere a gosto.

 

Risoto de aspargos e camarões com limão siciliano

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Ingredientes: manteiga, cebola em brunoise (picadinha), arroz carnarolli ou arbóreo, um cálice de vinho branco, aspargos frescos, camarões G limpos e eviscerados, limão siciliano, azeite extravirgem, caldo bem quente de legumes, parmesão ralado, sal e pimenta-do-reino.

Modo de fazer

Em uma panela grande, refogue a cebola picada com um pouco de manteiga até que fique transparente. Acrescente o arroz e refogue-o, em fogo médio. Acrescente o vinho branco e deixe evaporar. Depois que o vinho evaporar coloque em fogo baixo, tempere o arroz com sal e pimenta do reino a gosto e acrescente, aos poucos, o caldo de legumes. Vá acrescentando aproximadamente meia xícara de cada vez e mexendo sempre. Depois de mais ou menos cinco minutos, acrescente os aspargos no arroz. Eles irão cozinhar junto com o arroz de risoto. Continue jogando o caldo de legumes e cozinhe o arroz até ficar “al dente”.

Enquanto o arroz cozinha, aqueça o azeite em outra panela, até ficar bem quente. Salteie os camarões rapidamente. Os camarões não podem ficar muito na panela pois podem ficar duros. O tempo é de aproximadamente 3 minutos, em fogo alto.

Quando o arroz estiver pronto, junte o refogado de camarão no arroz com aspargos e misture bem.

Acrescente o caldo do limão siciliano ao final, a manteiga fria e queijo para dar cremosidade. Na hora de servir, decore com camarão jumbo frito inteiro e raspas de limão siciliano.

A técnica do risoto explora as propriedades especiais do arroz arbóreo ou canaroli. Ao cozinhá-los, o amido é liberado, produzindo a cremosidade. O arbóreo é mais fácil de atingir o ponto certo. O canaroli demora um pouco mais para cozinhar e, por isso, tende a absorver mais o sabor do ingrediente usado.

Um dos segredos é usar pouca manteiga no início. O caldo usado e o arroz devem estar sempre ferventes. Mexer sem parar.

Você pode usar especiarias, como dois cravos, para dar sabor, pois liberam aroma em infusão. Já as ervas devem ser usadas apenas ao final do cozimento, para não perderem aroma e textura.

É possível acrescentar qualquer ingrediente comestível ao risoto, como peixes, carnes, legumes, cogumelos, frutas, queijos e ervas. Legumes crus podem ser refogados juntamente com o arroz. Frutas podem ser adicionadas ao final. Carnes frescas sempre já cozidas e salteadas e só na conclusão do preparo, para não perder textura, sabor e aparência com o cozimento. 

Um belo vinho para acompanhar e bom apetite!

 

Bronwshill Rocks – o mistério megalítico

Numa estrada secundária do interior da Irlanda, paramos nos limites de uma fazenda. No meio de uma plantação, Alexander e eu encontramos essa impressionante tumba de 5 mil anos chamada de Portal Brownshill. Pena que o passeio incluía outras paradas e só nos permitiu 15 minutos para fotos. Gostaríamos de ter ficado mais tempo. Meditar. Nos conectar com seus construtores, suas impressões, lembranças, vibes e recordações que envolvem essas pedras, pela psicometria.

“Mega-lítico” significa “pedra-grande”. Como as pirâmides, monumentos megalíticos existem há milênios e o mistério sobre a finalidade de sua construção são desconhecidos. O que teria movido seus construtores? Crença na vida após a morte? Motivos religiosos? Comemorativos? Ritualísticos? Como conseguiram levantar pedras de toneladas há 5 mil anos? Mistérios que nem a ciência nem a história explicam. Como não deixaram registros decifráveis, sua filiação linguística permanece completamente obscura. São construções formadas por grandes blocos monolíticos de pedra amontoados, erguidos ou alinhados. Aqui, as placas do local.

Há vários monumentos assim pela Europa. Todos se assemelham em certas características arquitetônicas e técnicas, o que demonstra que os difusores da cultura megalítica dominaram populações de vários locais. Tão belos e refinados, parecem templos de conexão com o divino. Muitos são contemplados por místicos, que acreditam que são dotados de energias e forças estranhas. Pedras eretas poderiam atuar como condutores de uma força inexplicável, conhecida popularmente como energia telúrica, canalizando-a em fluxos invisíveis que coincidem com os alinhamentos.

Abaixo, o monumento megalítico mais famoso, Stonehenge, na Inglaterra.

Qui a pique mon fromage? – Quem mexeu no meu queijo francês?

Um amigo de infância francês me recebeu em Paris, Francki. “Gosta de macarons?” – ele pergunta. “Desolé, mais je n’aime pas.” … “Gosta de queijo?” tenta ele novamente. “J’aime le fromage!” Respondo! \o/

A equação matemática = queijo + baguete + vinho está para os franceses como feijão + arroz + cerveja para os brasileiros. E eles dominam como ninguém a arte de transformar o primeiro alimento do bebê em uma iguaria fedorenta e irresistível. Exploram com maestria as possibilidades de textura, teor de gordura, emboloramento, massa branca, amarelos, estrias azuis, fundição, bouquet, blends de especiarias e temperos, pimentas, folhas, ervas aromáticas. Há mais de 2.500 tipos na França!

Entre 3 e 8 mil anos quando as ovelhas foram domesticadas, o leite transportado no estômago do bichinho pode ter dado origem ao primeiro queijo em algum lugar do planeta azul. Já era um negócio sofisticado durante o Império Romano. Depois, foram caprichando na descoberta de receitas que variassem os queijos.

Mestre-queijeiros são artistas que transformam o alimento mais primário da existência de dezenas de espécies em pedaços únicos de paraíso gastronômico. Em Paris há muitas fromageries, o pequeno comércio floresce. O artesão-queijeiro, além da formação, é um apaixonado dos queijos: passa a sua vida a cuidar deles e gosta de criar queijos que só ele comercializa.

Francki me leva para comer uma saladinha e uma tábua de queijos perto de casa, em Saint Mandé na loja La Fromagette. Quem nos recebe é seu primo Gegê.

O aroma é onipresente, mas a temperatura baixa a que os queijos são mantidos não permite que o odor se torne demasiado agressivo. O cheiro desperta o apetite e inunda minha boca de saliva. Um aroma de leite, ou de palha ou de terra, um cheiro adocicado ou salgado, mais ácido um, mais amanteigado outro. O ar é um bouquet de queijos rescendia. O que mais gostei foi um sanduíche de queijos que o Gegê fez, em que a camada do meio tinha uma mistura trufada de comer de joelhos em estado de oração.

Imaculadamente brancos, cheios de fungos azuis ou de especiarias. Podem ser discretos ou dominar o quarteirão com usa potência. Sendo bem feitos, são sempre um alento ao meu paladar.

Curiosidade 1: vinhos em taças na geladeira.

Curiosidade 2: Na França, a origem da palavra fromage nasceu da palavra formaticum derivada do latim, na época em que os romanos deram início a sua produção para o suprimento de seus legionários. Nasceram depois as nomeações formaggio, para a língua italiana, furmo para a provençal e formatge para a catalã.

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Restaurante Attimo

Mês passado na capital paulista, o amigo Dago Cardili resolveu marcar um jantar surpresa para sua querida esposa Juliana no Attimo, da Vila Nova Conceição, com charmosa hortinha de temperos na porta. Famoso, estrelado, premiado, é a bola da vez. A assessoria de imprensa está de parabéns, pelo barulho e elogios rasgados que consegue nas notas: o ponto mais alto do restaurante é o assessor. Nossa expectativa também estava nas alturas.

Chegamos e sentamos com outro casal convidado, os lindos Bianca e Alexandre Ferrari. Mesmo num bate-papo adorável, foi sorte não sermos pecilotérmicos, porque o ar condicionado na espera era clima de igloo. Treinamento para nos hospedar no Ice Hotel sueco ou norueguês! Depois de tentar – em vão – atrair a atenção do garçom e pedir várias vezes para subir um pouco a temperatura, fizemos revezamento de casaco e apimentamos os petiscos de boteco da entrada para nos aquecer. Supergostosos e pequenos demais. Chegam mais amigos e vamos nos aquecendo com vinhos, cuja carta é excelente.

Esperamos hoooras por uma mesa, já que éramos oito. Sem grandes problemas, já que a conversa estava mais que ótima. Mas a fome também foi crescendo. Matei a saudade do apresentador Nivaldo Prieto, que não via pessoalmente há anos, na mesa ao lado. Finalmente, sentamos. Um belo limão siciliano avulso rolava pela mesa pra lá e pra cá fora do contexto. Washington Olivetto jantava ao fundo, veja na foto abaixo com uma lupa.

Comida ítalo-caipira do SPA do Chef Rueda. Bem gostosinha e criativa! Apresentação artística. Não estávamos na inocência, porque a descolada Bianca já tinha cantado a bola: pratos inesquecivelmente minúsculos, que logo viraram a piada da mesa. Olha, cresci em fazenda. De onde venho, comida caipira costuma ser farta. E a Itália é o berço da gastronomia ocidental, onde a família se reúne à mesa sempre posta com generosidade. Esse negócio de releitura quer dizer porção microscópica? O tamanho dos pratos contrariava a regra número 1 da elaboração culinária: servir pelo menos o suficiente para a saciedade. Teria sido trágico se não fosse cômico. Dago nos matou de rir quando chegou seu prato. Disse que passaria o mesmo em volta da mesa para cada um dar uma contribuição no miserê. Reiter sugeriu irmos dali para o Chico Hamburguer, bem pertinho. Como almejamos corpitchos de sílfides, tudo beleza.

Ao contrário do que aconteceu na espera, no salão principal tivemos atenção integral de vários garçons que não saíam de perto. Porque os diálogos à mesa estavam quentes e interessantíssimos. O jantar supervaleu pela companhia maravilhosa dos amigos. Foi divertidíssimo! Tive câimbra na pleura de tanto rir! Noite joiada!

O preço? Salgado como a borda do Blood Mary. Para quem quer ver celebridades, o prato é cheio. Para quem somente a ambição de jantar, o prato é… bem, confira as fotos.

You’ve cat to be kitten me right meow

Quem lembra da tensão sexual entre Julie Newmar e Adam West, respectivamente a sexy e cômica Catwoman e o homem-morcego Batman, dos anos 60 na TV? Eu adorava!

Quem foi sua Catwoman favorita do cinema e TV? Julie Newmar, Michelle Pfiffer, Halle Barry ou Anne Hathaway?

Para quem não tem problemas em ser uma criatura excêntrica e alvo de olhares, trago fotos da moda gringa para quem quer encarnar uma catwoman rápida em várias versões. Apareceu no desfile da Givenchy em 2012, depois tomou conta de todas as passarelas e virou febre. Na Maison Michel custa a bagatela de 500 euros cada… Madona, Rihana, Lady Gaga, Taylor Swift, Kate Moss, as gêmeas Mary-Kate e Ashley Olsen aderiram. Eu também trouxe várias versões do cat ear headband na minha mala. Nos bastidores da Paris Fashion Week apareceu de montão. E você, vai arriscar ou esperar passar?



Minha chiquérrima amiga Nicole Bernardes também aderiu.

E você, vai? Sim ou não?

Angel’s Brunch 2013

O Brasil inteiro conhece Balneário Camboriú, mas poucos sabem que ao lado há a bela cidade Camboriú, que une o que há de melhor do interior – natureza com muito verde, além de estar próximo ao litoral.

O condomínio de luxo Reserva Camboriú Yatch & Golf, em Camboriú, ao lado do rio, foi o cenário escolhido por Angela Guedes para a festa mais badalada e glamorosa de Santa Catarina, o Angel’s Brunch, que celebrou sua sexta edição.

La creme de la creme da sociedade catarinense podia escolher chegar de barco, de carro ou pelo ar.

Alex Ferrer, Adriana Althoff e eu sobrevoamos o lindo mar de Balneário, passamos pelos luxuosos prédios dos quais sou corretora e fomos rumo ao interior idílico.

Chegamos ao condomínio espetacular que conta com lotes com vaga náutica e atracadouro exclusivo. Fomos recepcionados pelo galã Ricardo Macchi, que ficou famoso ao protagonizar o cigano Igor.

O bonitón já é figurinha conhecida na região, esteve presente na festa da Sharon Stone no início de 2013. 1,90 de pura simpatia e tem a admirável capacidade de rir de si mesmo, como prova a propaganda que estrela ao lado de Dustin Hoffman:

O artista Israel Madeira presenteou com uma tela sua. Mario Ameni também expos suas obras. Foi sorteada uma passagem para Buenos Aires pela Unique Viagens e Turismo. O evento tinha vários patrocinadores, como a Construtota Thá, a Peterlongo, a Audi, e apoiadores, como a Gui Presentes, a Dudalina, a Duo Maison, Residual Móveis do artista Juliano Guidi, Oceância Turismo, Ohmni Arquitetura e Engenharia, Vitali Beach Lounge, Ciclo Cosméticos, Todeschini Mais, com produção da Ícone Agência de Negócios e assessoria de imprensa da Agência A.

No Lounge da Vitali serviram um clericot divino!

E ainda contou com o especialista em turbinar a autoestima das luluzinhas, o fotógrafo Cléber Valério de Florianópolis, que presenteou com o que eu mais cobiçava: uma sessão fotográfica. Abro parênteses para dizer que fiquei boquiaberta com o desfile que fizeram no evento do Clube do Champagne na capital, em setembro, digno de Victoria’s Secret. Sou de São Paulo e estou acostumada a assistir desfiles performáticos e luxuosos, mas esse realmente superou!

Entre os presentes no Angel’s Brunch, a primeira dama do Estado Maria Angelica Colombo, a escritora Claudia Matarazzo, muitos VIPs e o melhor da imprensa da região.

Cleuzinha Ranzi deu uma canja ao cantar La Vie em Rose que adooooro.

Vários colunistas prestigiaram o evento. Festão!

Fotos desse post: Scheila Cardoso, André Caetano, Carlos Alberto Alves

PS: I love you, Glendalouch

O que as películas Excalibur, Rei Arthur, Coração Valente e PS: I love You têm em comum? Tiveram como parte do cenário um lugar estupendo, com ovelhas e colinas em 50 tons de verde a perder de vista, lindo, idílico, do interior da Irlanda: Glendalough Pronuncia-se GLENDELÓC. Do irlandês: Gleann Dá Loch, significa “Glen dos dois lagos”.

É um vale localizado no Condado de Wicklow, conhecido pelas construções monásticas do começo da idade média, fundadas no século VI por São Kevin, um sacerdote ermitão e destruídas em 1398 por tropas inglesas.

É imediatamente reconhecida pela torre rodeada pelos lagos pitorescos e o pequeno mosteiro em ruínas.

Os lagos foram formados há milhares de anos, após a última era glacial. Depósitos maciços de terra foram espalhados por todo o vale, exatamente na área onde a famosa torre está localizada. A água que descia das montanhas ia formando gradualmente um grande lago, que posteriormente foi dividido em duas partes pela ação dos depósitos aluviais que provinham do rio Pollanass.

Numa semana turbulenta, tudo o que precisávamos era abraçar uma árvore, admirar a beleza natural, ter contato com o verde para trazer de volta a harmonia, a paz de espírito, e repor as energias. Só ouvindo os sons da natureza e as risadas de crianças que excursionavam no dia. Renovador e pacífico! Fotos não fazem jus à beleza do lugar. É preciso visitar!

Kilkenny – A Irlanda Medieval

A hospitaleira e charmosa Kilkenny, com menos de 10 mil habitantes, representa o estereótipo do interior da Irlanda que a maioria de nós tem na cabeça. Um castelo medieval, ruas estreitas de pedras, placas em gaélico, fachadas de madeira multicoloridas, o rio Nore cruzando a cidade. O Kilkenny Cats time local do esporte celta hurling, tem status de superstars entre a população.

Com mais de 8 séculos, o Kilkenny Castle mostra em suas paredes e cômodos toda a história. Um dos mais importantes e imponentes da Europa, construído em 1.190. Há uma sala no interior do castelo com um vídeo contando a história do local e mostrando a restauração do mesmo. Em 1390, se tornou a residência da família Butler, de origem anglo-normanda, por quase 600 anos. O último proprietário do Kilkenny Castle da família Butler foi o sexto Marquês de Ormonde, que já não conseguia mais cobrir os custos de manutenção do castelo e o vendeu para o povo de Kilkenny pelo preço simbólico de 50 libras. Desde 1969 o Kilkenny Castle é propriedade do governo.

Na parte de trás há um imenso espaço verde arborizado, contrastando com os 50 tons de cinza do castelo e do céu que nos fizeram entrar na vibe medieval da cidade.

Life is a Cabaret, old chum. Come to the Cabaret!

Estando em Paris, pelo menos numa das noites escolha um programa bem turístico, mesmo. Vá a um cabaret. Aqui os três principais:

Ao lado do sagrado, o profano. Ao pé de Montmatre, no Boulevard de Clichy, em Pigalle, está o Moulin Rouge.  Construído em 1885 e convertido num dance hall em 1900, o cabaré foi eternizado nas obras de Henri de Toulouse-Lautrec, o pintor francês que se inspirou nas dançarinas, nos frequentadores e no ambiente do cancã. Mais tarde, o filme com Nicole Kidman e Ewan McGregor, belíssimas fotografias e figurinos popularizou ainda mais o nightclub. Atualmente, oferece um show noturno com jantar, mais de 1.000 figurinos apimentados com nudez velada de bom gosto e 60 dançarinas. Moulin Rouge evoca o ambiente boêmioda Belle Epoque e que ainda está presente no interior da sala de espetáculos. Show com meia garrafa de champagne à partir de € 109. Com jantar de € 180 a 210. Há até opção para vegetarianos e veganos, se avisar com antecedência. Em Montmartre – 82 Boulevard de Clichy – Metro: Blanche – +33 0 1 53 09 82 82. www.moulinrouge.fr

Perto do Arco do Trunfo, em Champs Elysées está o Lido. O espetáculo “Bonheur” é uma produção de 9 milhões de euros. Dançarinas lindíssimas de topless, pista de patinação no gelo, dança de fontes de água, um templo hindu com esculturas vivas, cavalos no palco, uma escadaria com mais de 5 metros que evoca aqueles grandes musicais que lembram a sessão da tarde da infância, uma catedral de luzes, trilhos no teto que trazem mais bailarinas. Uma enorme quantidade de cenários, roupas coloridas, brilhantes, cheias de paetês e plumas. Ao corpo de baile, apresentações de circo foram incorporadas. Aberto em 1946, o Lido é um cabaré que tem a cara da Paris glamorosa. É nesta casa que foi inventado o esquema “jantar-espetáculo” hoje normal nas principais casas de show do mundo. Com 2 apresentações por noite, às 22h e às 24h. Se quiser jantar (vale a pena, sob a supervisão de Paul Bocuse) e assistir o show o preço é à partir de € 160. Só show € 80. Endereço é 116 bis, Ave. Champs Elysées – +33 0 1 40 76 56 10. www.lido.fr

Por último, meu favorito, o Crazy Horse. Espetáculo realmente obrigatório, imperdível, o mais sexy de todos, diferente, o nude-show mais chic do mundo! Enquanto os outros remetem à Belle Époque e são um pouco circences, esse é avant-garde e burlesco. Há também em Las Vegas, em Singapura e outro passou por Lisboa. Aberto em 1951 e pessoalmente dirigido pelo proprietário Alain Bernardin até 94. Quem assina hoje é o coreó­grafo Philippe Découf­flé. Bailarinas de vários lugares do mundo, todas com a mesma constituição física, o mesmo peso, os mesmos seios pequenos e durinhos, bem ao gosto francês, celebram a beleza e a sensualidade de forma sofisticada e com efeitos especiais. Para que fiquem da mesma estatura, os saltos dos sapatos as nivelam. As perucas idênticas, os adereços de cabeça e alegorias fazem-nos ter a ilusão que vemos clones dançando. O nu artístico como sinônimo de beleza produz um espetáculo de luzes e contrastes, plumas e paetês. Já foi assistido por mais de 10 milhões de espectadores. De vez em quando celebridades dão uma pinta para fazerem performances e participações especiais, como Carmem Electra, Pamela Anderson, e a rainha americana do burlesco Dita Von Teese. Para uma noite na excitante Paris, o Crazy Horse é minha primeira opção de escolha! Dois shows por noite, e sábado mais um extra. À partir de € 150 com meia garrafa de champagne. 12, Ave George V – +33 0 1 47 23 32 32. www.lecrazyhorseparis.com

Kilmainham Gaol – o lado melancólico da Irlanda

A injustiça, a dor, a fome, o frio, o sofrimento, a opressão fazem parte da história da Irlanda e ainda estão muito vivos nas memórias de seus habitantes. Apesar do tom triste da visita a esse museu, vale muito a pena saber sobre os heróis que lutaram pela liberdade desse povo tão oprimido. Auxilia a entender dialeticamente a cultura desse país e por que muitas vezes, apesar de um povo alegre e hospitaleiro, um ou outro se sinta pessoalmente perseguido, tenha espírito beligerante. É uma das maiores prisões desocupadas na Europa. Agora, vazia de prisioneiros, é preenchida com a história. Foi apropriadamente descrita como “a Bastilha Irlandesa”.

Chegamos ao museu, que fica meio longe do centro, próximo à Guiness Storehouse, através do ônibus turístico Hop On-Hop Off, nos questionando o porquê que um lugar sombrio como uma cadeia antiga desativada seria um dos pontos mais visitados de Dublin. Um lugar onde imperou o sofrimento, a injustiça, o desespero. Por que? A resposta está no ano 1916.

A ilha da Irlanda é dividida em dois países: República da Irlanda (ocupa grande parte do território) e a Irlanda do Norte. Na República da Irlanda, as línguas oficiais são: irlandês, celta nativo e inglês (oficial). Quanto à religião, 86,8% são católicos. Na Irlanda do Norte, os protestantes apoiam os colonizadores ingleses. Cristianizados a partir do século V, os irlandeses jamais tiveram unidade política. Divididos em clãs rivais, chegaram no máximo a formar quatro reinos, independentes, mas fracos. Em 1171, a ilha começou a ser conquistada pelos reis da vizinha Inglaterra.

Durante um tour até Belfast, o motorista do ônibus e guia nos explicou que em 1534, o rei Henrique VIII deu início à Reforma Anglicana, que estabeleceu oficialmente na Inglaterra e em Gales a religião protestante. A maioria dos ingleses e galeses submeteu-se ao anglicanismo; mas os irlandeses permaneceram inteiramente católicos, até mesmo como forma de preservar sua identidade nacional perante os dominadores ingleses. Então, para fortalecer a presença inglesa na Irlanda, foi introduzido na ilha o sistema de plantations. A expropriação de terras dos irlandeses e sua cessão a senhores ingleses, que as transformavam em latifúndios cultivados extensivamente. Essa política foi intensificada no reinado Elizabeth I, 1558-1603. Provocou as primeiras revoltas dos irlandeses, duramente reprimidas pela rainha anglicana e absolutista. Várias revoltas ao longo dos séculos foram reprimidas pelos colonizadores.

Em 1847-1848 a população era de 8,5 milhões de habitantes. Ocorreu na Irlanda a Grande Fome. Uma praga na cultura de batatas (o alimento básico da massa de irlandeses miseráveis) fez com que 10% da população católica morresse de inanição. Como o governo britânico nada fez para minorar tal calamidade, milhões de irlandeses emigraram para os Estados Unidos. Em 1900, a população da Irlanda caíra para 4 milhões.

Esse é o memorial Famine Sculpture. Corpos lânguidos e sofridos emigrando, caminhando em direção ao porto de Dublin, como se juntassem suas últimas forças e esperanças, deixando para trás suas vidas, seu país, onde nasceram e cresceram.


Na revolta fracassada na Páscoa, em 1916, líderes rebeldes que buscavam a independência da Irlanda em relação ao Reino Unido foram encarcerados em Kilmainham, juntando-se uma longa lista de nacionalistas que lá estavam. A Revolta foi suprimida após seis dias de combates e muitas baixas. O Governo britânico recusou-se a aceitar a legitimidade da recém-declarada nação. Seus líderes foram condenados num tribunal marcial e executados. O sangue desses mártires fizeram de Kilmainham Gaol solo sagrado para a República da Irlanda. Dificilmente um irlandês vai falar do Reino Unido sem dor e mágoa pela violência do colonizador. Mostra de forma muito real a história de um país sofrido e que ainda hoje, em tempos de paz recente, mantém uma relação tensa com seu vizinho, mais evidente em Belfast que em Dublin.

A visita ao  museu inclui um tour na companhia de um guia. Dura uma hora. Uma verdadeira aula de história. Baratíssima!

Se atualmente ainda há precariedade no sistema penitenciário e a pena de morte horrivelmente ainda é uma realidade em alguns lugares em pleno século XXI, imagine o que acontecia nessa prisão construída em 1796.

A escadaria acima era utilizada pelos guardas para que pudessem rapidamente subir e descer pelos andares. Os prisioneiros tinham de usar uma escada em espiral que, obviamente, muito mais difícil de se mover rapidamente.

Os detentos homens, mulheres e até crianças (sim, crianças!) conviviam em condições terríveis. Fome, frio, tortura, corrupção, vermes, doenças, sujeira galopantes. Pequenos de 5 anos, presos por furtarem pão. A prisão logo tornou-se superlotada durante a escassez de comida que assolou a Irlanda. Muitas pessoas, ao ouvir que você talvez tivesse uma minúscula ração de comida dentro da prisão, cometiam infrações menores para irem presos. Dentro de Kilmainham, talvez tivessem uma chance de sobrevivência.

O tour nos conduziu através das alas da prisão, pátios e celas onde as execuções aconteceram. A barra no canto superior esquerdo é um suporte para forca. A cada passo, tudo o que eu conseguia pensar era dos sofrimentos passados ​​pelos prisioneiros, e como é fácil a vida que levamos. Vivemos em um mundo cheio de camas quentinhas, quartos bem iluminados, geladeiras cheias. Podemos nas noites frias enrolarmo-nos ao lado de nosso amor à noite, beber uma taça de tinto ou sair para jantar com amigos. Temos conforto, saúde, alegrias e até Skype para matar a saudade dos filhos amados que estiverem longe.


Aos cinéfilos de plantão, os filmes Em Nome do Pai, As Aventuras do Jovem Indiana Jones, Michael Collins com Julia Roberts e Liam Neeson, Sunday, Bloody Sunday, Uma Saída de Mestre (The Italian Job), A Fuga (The Escapist) e outros.

Veredicto: Sim. Vale muito a visita. Assustador e fascinante, um dos meus locais históricos favoritos de minha viagem para a Irlanda.

Ideal para: estudantes história e de sociologia, reformadores sociais, pensadores e turistas que desejam conhecer verdadeiramente a essência dos irlandeses. Use sapatos confortáveis e roupas quentes.

Adultos: € 6. Crianças/ estudantes € 2.

http://www.tourist-information-dublin.co.uk/kilmainham-jail.htm

http://www.heritageireland.ie/en/Dublin/KilmainhamGaol/

Photo: Bruno Rosa

Je voudrais un cappuccino et un croissant, s’il vous plaît

Os cafés de Paris. Deliciosos em qualquer horário.

A França é dividida em departamentos numerados. O de Paris é 75. As cidades também têm sua própria divisão por arrondisments. Os de Paris fazem um formato de caracol. O mais central sendo o número 1, indo até o 20. Cada bairro tem sua personalidade, suas características determinam o estilo de vida de moradores e frequentadores. Os CEPs de Paris começam com 75, adiciona-se o número zero e depois o do departamento ou bairro.

Por exemplo, Saint-Germain-Des-Prés, o famoso Paris 6, tem CEP 75006. Bairro dos cafés com história, barzinhos badalados. Boemia, gente jovem, bonita, artistas, intelectuais, escritores, poetas. O Les Deux Magots é “o” café literário histórico. Rendezvous da elite literária e intelectual.

Numa noite nem tão fria de outono, amigos franceses que foram os melhores anfitriões que uma brasileira pode sonhar, me levaram para prestar homenagem ao quartel general dos pensadores de Paris.

Le Deux Magots fica na esquina mais concorrida da cidade. Seu nome vem de duas estátuas de Confúcio (Magots). Abriu em 1884 e faz parte da história literária: Paul Verlaine, Arthur Rimbaud e Stéphane Mallarmé batiam ponto por lá no final do século XIX. Depois, foi a vez dos surrealistas como André Breton o usarem como quartel general. No século XX, André Malraux, Pablo Picasso, Ernest Hemingway, Jean Paul Sartre e Simone de Beauvoir, Albert Camus, James Joyce eram alguns dos frequentadores. Foi cenário rápido do comovente filme Intocáveis 2012 e faz você se sentir na atmosfera do filme Midnight in Paris do Wood Allen.

Irish Check List: Beber uma Guinness direto da fonte em Dublin

Irlanda. País fantástico.

50 tons de verde no interior rural. Gelado. Historicamente, alguns de seus habitantes se aquecem com um traguinho nos alegres pubs. Ok. Talvez mais que só um.

Essa é a razão das famosas portas de Dublin pintadas de cores diferentes e vibrantes. O mesmo motivo da linha no labirinto do Minotauro. E dos pedacinhos de pão pelo caminho de João e Maria. Para cada morador encontrar seu ninho de amor ao final das aventuras etílicas.

Guinness é uma instituição histórica. Tanto para Dublin quanto para a Irlanda. Maior empregador da capital, capitalizou o seu sucesso local e global através da criação de uma das principais atrações turísticas da cidade. A Guinness Storehouse está para os bebedores de cerveja como a Fantástica Fábrica de Chocolates está para os chocólatras. Já é razão suficiente para visitar o lindo país. Vá correndo!

 

Procure as carruagens na St. James Gate Brewery, em Dublin.

Um belo portão negro anuncia que encontrou o endereço certo.

Uma super-experiência está para iniciar, indeed! A “Experience Connoisseur”.

O Armazém é constituído por seis pisos, cada um com um tema diferente. Para a fabricação da cerveja, há quatro principais ingredientes: água, lúpulo, cevada, fermento.

O passeio conduz em torno de cada elemento, explicando porque você precisa dele e como é usado. Auto informativo, com slogans nas paredes, gráficos no chão e pontos de informação ao redor.

Fiquei fascinada com a exposição publicitária da marca. TVs antigas anunciam os reclames de cada década. Halder Gomes de Cine Holliúdi adoraria.

O ponto alto da visita é a Academia Guinness, onde você aprende a derramar um pint perfeito.

 

 

O passeio culmina com uma visita ao Gravity Bar, no sétimo andar, onde pode desfrutar de pints de Guinness, enquanto aprecia a vista de 360 ​​° da cidade de Dublin e além. A parte mais famosa da experiência Storehouse, o Gravity Bar, viu  muitos rostos famosos tilintar copos por lá ao longo dos anos. Chris Rock, Will Ferrell, Susan Sarandon, Adam Sandler, Sean Penn, Beyoncé. Até a família real inglesa! O bar, invadido pela luz solar, é facilmente o ápice da turnê. Acima da cidade, vista panorâmica de telhados, parques, torres e montanhas. Enquanto espero pela minha pint se assentar e examino a cena, a escala da cervejaria revela-se, e eu aprecio como o que é fabricado aqui alimenta o mundo inteiro com Guinness.

Cheers! Slonche!

Fotos meia-boca desse post: meu celular

Fotos impecáveis desse post: Bruno Rosa

http://www.guinness-storehouse.com

Bonjour, Veuve Clicquot!

Dizia a fábula que Dom Pérignon, mestre da adega da abadia Hautvillers, deu um gole no vinho espumante da região de Champagne, sentiu extasiado as bolhinhas e exclamou para seus colegas monges: “Venham depressa! Eu estou bebendo estrelas!” Um conto encantador, não?! Mas falso. A verdade é que enquanto Dom Pérignon lutava para acabar com as bolhas na França, enófilos britânicos já estavam bebendo vinho espumante na Inglaterra.

Se você estiver em Paris, aproveite para fazer um day-tour com uma visita guiada com degustação de champagne a Reims ou Epernay e conheça uma das maravilhosas caves. Em Reims, para onde fui, há a Veuve Clicquot, a Pommery, a Mumm, Taittinger, Ruinart e muitas outras. Diz a lenda que Victor Hugo, ao percorrer as crayères (cavernas subterrâneas calcáreas), teve inspiração para escrever a obra Notre-Dame de Paris. As cavernas não guardam apenas garrafas de champagne, mas também esculturas e serviram de abrigo durante a guerra.

Peguei um trem, o TGV na Gare de l’Est.

As visitas guiadas às casas de champagne são feitas com hora marcada, por e-mail. Não deixe para última hora porque o número de visitantes é limitado. Leve casaco e sapato baixo. Fui sozinha.

Compre a passagem com antecedência pela Internet e pague 33 euros cada perna, ou na hora na vending-machine. Valide a passagem numa maquininha amarela. Dirija-se ao vagão com antecedência. O lugar é marcado. Cheguei cedo e fiquei fazendo hora.

A viagem de 140 km leva uns 45 minutos.

Reims é uma cidade riquíssima, um charme! Como corretora de imóveis em Balneário Camboriú, cidade que vende luxo, decidi ir direto à Veuve Clicquot, onde havia agendado visita, uns 30 minutos de caminhada da gare de chegada, com uma parada na Catedral de Reims, onde muitos reis foram coroados.

Pouco antes de embarcar para França, havia concluído a inebriante biografia da Viúva Clicquot. Obrigada Cleuza Ranzi que me proporcionou a inspiradora leitura! O destino da empreendedora Madmoiselle Barbe-Nicole Ponsardin foi determinado na esteira da Revolução Francesa, que deu condições para o surgimento de uma sociedade moderna, com ênfase no comércio e na liberdade do indivíduo. Barbe-Nicole era filha de um fabricante têxtil de sucesso, e fez com que sua maneira de fazer negócios ajudasse a definir os próximos séculos. Construiu um império de champanhe, mostrou ao mundo como viver com estilo. Assim, surgiu uma lenda. Veuve Clicquot hoje simboliza glamour, estilo e luxo.

O destino apresentou a ela o manto de viuvez aos 27 anos. Sem nenhuma educação formal para negócios, com uma filha para criar e, entre nós, para sua sorte, desabonitada, decidiu assumir a vinícola familiar e defendê-la como um buldogue. Inclusive se parecia com um. Desprovida de beleza física, não tinha esperança de conseguir um segundo marido. Por isso, quando quis assumir a vinícola, não encontrou oposição. As viúvas eram as únicas mulheres a quem poderia ser concedida a liberdade social para administrar seus próprios negócios. E ela o fez com resultados espetaculares, vencendo inúmeras adversidades nos primeiros anos! Paciente, persistente, tenaz, determinada, perspicaz, empreendedora, com uma visão de negócio que se parece mais com século XXI que XIX. Criou técnicas que fazem o champagne ser cristalino.

A biografia é também um livro de história. Descreve aspectos da Revolução Francesa e como isso afetou Reims. As guerras napoleônicas, os anos caóticos seguintes, seus efeitos sobre toda a Europa, que muitas vezes interferiram no comércio do champagne da viúva. A Viúva Clicquot oferece um vislumbre da vida de uma mulher que arranjava entregas de champanhe clandestinas e perigosas para a Rússia um dia e divertia Napoleão e Josefina Bonaparte em outro. Focou seu produto na rica burguesia que ascendia. E venceu.

Perto do fim de sua vida, em 1860, escreveu a um bisneto: “O mundo está em movimento perpétuo e devemos inventar as coisas de amanhã. É preciso ir antes que os outros, ser determinado e exigente, deixar sua inteligência dirigir sua vida. Agir com audácia”. Quando faleceu em 1866, sua casa de champanhe era uma marca respeitada, facilmente reconhecida por seu icônico rótulo amarelo.

Nosso guia pelo passeio e degustação foi Boris Huici.

A melhor taça que me serviu foi La Grand Dame, safra 2004. Elaborado apenas com uvas provenientes de grand crus. Nunca mais vou poder beber qualquer espumante nos coquetéis de Balneário Camboriú…

A lojinha na saída é uma tentação!!!

Desde 1987 a empresa Veuve Clicquot faz parte do grupo Vuitton Moët Hennessy Louis de diversas marcas de luxo, que hoje também possui participação na Moët & Chandon e Don Pérignon.

Com tanto champagne esperando para ser aberto, vamos a ele! Saúde!

Ireland frame by frame – Fotos em Dublin!

Fui visitar meus filhos muito amados que estão estudando e vivendo em Dublin, na Irlanda.

Vivi momentos deliciosos e incríveis com o Richard e o Alexander.

Tive a sorte de ter um verdadeiro artista que registrou  o carinho familiar e a alegria de estarmos juntos.

Bruno Rosa, brasileiro radicado na Irlanda, tem a fotografia no DNA. Seu pai já se dedicava a eternizar momentos de felicidade.

Coleciona prêmios, é internacionalmente conhecido e apaixonado por foto desde menino. Está sempre se atualizando e aprimorando seu talento.

Foi considerado o melhor fotógrafo de casamento da Irlanda em setembro de 2013, o que não é pouco!

Se você está com passagem marcada para a Irlanda, não deixe de combinar com ele para clicar sua viagem, seja sozinho, em casal ou família: info@brunorosaphoto.com .

Ver uma foto é reviver todo aquele instante mágico novamente.

Bruno Rosa assina as fotos desse post.

Petit plaisirs égoïstes – Fotos em Paris!

Dica quente para quem vai à Cidade Luz!

Desde a primeira vez que foi a Paris, a curitibana Fabiana Maruno teve a certeza que um dia moraria na Cidade Luz. Seu coração foi arrebatado pela capital francesa durante sua lua-de-mel. Não sabe se foi um dèjá vu ou se, de tanto desejar, pedir a Deus, verbalizar, acabou plasmando esse cenário para sua vida. Mas o fato é que conseguiu! A multinacional onde seu marido trabalhava o transferiu para a Paris, e assim, realizou seu sonho dourado.

Com formação em Administração de Empresas e Publicidade e Propaganda, teve a inspiração de eternizar em cliques o romantismo, a doçura e a poesia da viagem de brasileiros em lua-de-mel na encantadora cidade. Inspiração baseada na frustração da falta de imagens à altura das lembranças que tinha da sua própria lua-de-mel. Então, investiu em cursos, equipamentos, preparou um portfólio e procurou a Lina Hauteville, que mantém um verdadeiro oráculo para quem quer se informar sobre a cidade: o blog Conexão Paris. Sucesso instantâneo. De recém-casados, logo passou a atender à demanda de quem chega à cidade por vários motivos.

Pense em les plus chauds points: Torre Eifel, Louvre, Petit e Grand Palais, Ponte Alexandre III, cafés badalados, a arquitetura típica parisiense. Os cenários maaais românticos para registrar suas andanças e tornar sua viagem realmente inesquecível.

Agora, casais não vão mais ter fotos só de um ou de outro. Nada de frustração de ter que pedir a transeuntes para fazer a gentileza de fotografar e depois ver que foi decapitado, teve as pernas amputadas da foto, ou que o turista com sua máquina mirou na bonitona do lado e e cortou você ou o monumento. Solução perfeita também para quem viaja sozinho e quer estar nas fotos junto com o cenário de sonhos. Nada de precisar esticar o braço. O bacana é que a Fabiana está acostumada a fotografar gente comum e vai ajudar em tudo.

Se você quiser também realizar o sonho de celebrar sua cerimônia simbólica de casamento em grande estilo em Paris, num castelo de contos de fadas, ou renovar os votos em petit comitée às margens do Sena, a Fabiana organiza tudo! É uma querida e vai se virar nos 30 para conseguir o que você sonhou! Entre em contato com ela para pedir orçamento: fotoemparis@gmail.com .

As fotos desse post são assinadas por Fabiana Maruno.

Confira o pingback.

Moins, mais pas dernier, champagne para comemorar. Santé!

Cointreauversial – Cointreau Fizz no Brasil 2013

Meu flerte com o licor de laranja é antigo. Muito antes de ter idade para aventuras etílicas, nos idos de ‘80, acompanhava Papis e Mamis ao Don Fabrizio da Alameda Santos. Nem comia muito, para pedir de sobremesa Crêpe Suzette. Era preparado à mesa, num réchaud. Uma explosão de sabores em diferentes temperaturas. O sorvete flamejante derretendo sobre o crepe, e o meu, ao invés de flambado, tinha de vir boiando em licor. Depois, dormia gostosamente uma siesta…

Numa noite especial para poucos convidados, na suíte presidencial do Hotel Tivoli, em São Paulo, que estava toda decorada com laranjas, flores cor-de-laranja (notaram a cor do post?) e luzes alaranjadas, conheci o herdeiro e embaixador da marca pelo mundo, Alfred Cointreau, 26, entre bonitos, bem-nascidos e formadores de opinião. Alfred representa a 6ª. geração da marca e está no Brasil para divulgar a linha de drinks Cointreau Fizz.

Revi velhos amigos de Sampa-City.

Aaa-dooo-rei a turma que tocou, Mustache & os Apaches.

Gastei meu pouco francês com Alfred. Disse que iria dar um google nele. Me desincentivou, dizendo que tem muita lenda urbana. O rapaz nasceu em Angers, na França. De todos os Cointreaus de sua geração é o mais conectado com a cidade, onde cresceu. Herdou dos avôs as habilidades e a paixão pelo mundo dos coquetéis. Desenvolveu um vínculo estreito com o seu avô Pierre Cointreau e ajudava a fazer os aperitivos da família, com sua avó Elisabeth Cointreau.


O licor, além de ser um ícone na coquetelaria, dá toque especial ao sabor de inúmeras receitas. É produzido a partir da destilação de cascas de laranjas doces e amargas, especiarias e ervas aromáticas, produzindo uma bebida de teor alcoólico de 40º. É límpido e claro, mas ao ser misturado com gelo, adquire cor opaca e leitosa. A garrafa quadrada cor de âmbar foi criada em 1875 e permanece como a marca registrada até hoje. A embaixadora mundial da marca é Dita Von Teese, ícone do burlesco, que representa o espírito controverso de Cointreau e sua campanha: be Cointreauversial.

Fotos: João Sal, Leandro Chemalle e Divulgação

Sharon Stone warms winter in Balneario Camboriu

Cenas inesquecíveis aos cinéfilos. A musa Marilyn Monroe com seu vestido marfim revelando inocentemente suas pernas pelo jato de ar no respiradouro do metrô, no Pecado Mora ao Lado. Rita Hayworth, poderosa, simulando um strip-tease ao tirar uma das luvas como Gilda. Anita Ekberg perdendo contato com a torre ao refrescar-se na Fontana di Trevi para deleite de Marcelo Mastroiani em La Dolce Vita. Ícones da cinematografia em cenas antológicas.

Uma quarta bombshell, a que protagonizou a cruzada de pernas mais breathtaking de Hollywood, está com 55 anos e continua causando. A divina Sharon Stone, que no auge da beleza elevou a temperatura nos cinemas de todo o mundo numa das cenas mais sexies da sétima arte em Instinto Selvagem, agora fez arder os números da ocupação hoteleira de Balneário Camboriú, que subiram, de uma média de 36% nos últimos 3 anos, para 52% em pleno inverno, num destino que normalmente é mais procurado nos meses calientes.

Veio com tudo e conseguiu aquecer a cidade praiana e transformá-la num destino cobiçado até com neve nas cidades vizinhas.

O Sindisol – Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares e a CDL – Câmara de Dirigentes Lojistas da cidade se surpreenderam com o aumento dos números.

Mas não sei se alguém se lembrou de atribuir ao investimento inédito que empresas privadas vêm fazendo. Duas delas devem ser co-responsáveis pelo aumento do turismo na região. O Beto Carrero e a FG.

O maior parque multitemático da América Latina tem parceria com a Dreamworks, do qual traz os personagens; e com a Universal, com o Velozes e Furiosos. E a maior parte das famílias e excursões que vão ao Parque se utiliza da rede hoteleira de Balneário, um centro urbano atraente e que dista somente 30 minutos das atrações do Parque.

A überstar Sharon Stone concordou em ser a personagem da FG porque é apaixonada por ativismo e filantropia e sentiu afinidades com a construtora, que é totalmente alinhada com a sustentabilidade e responsabilidade social. Afirmou que deseja passar mais tempo aqui e envelhecer no Brasil. A FG Construções investiu numa campanha com a musa em todas as mídias possíveis.

La Stone, simples e chique, num vídeo de cair o queixo, mostra imagens das belezas, da vida noturna agitada, da gastronomia, da hospitalidade das pessoas de Balneário Camboriú. A FG, com essa verba homérica, está atingindo 16,5 mi de domicílios na TV fechada. Entra na TV aberta no instante em que as TVs estão ligadas no Jornal da Globo, na novela das 9, no Fantástico, e ainda no horário nobre de todos os outros canais abertos. Perdi a conta dos megapainéis e outdoors nas estradas que conduzem à cidade.

Adesivou os principais aeroportos do Brasil: em Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília. Está presente em diversas revistas, sempre com a imagem de BC.

Assim sendo, podemos concluir que o aumento do fluxo turístico é resultado da soma de esforços do Governo Estadual através da SANTUR e de empresas da iniciativa privada.

Sou corretora de imóveis em Balneário Camboriú. Se você procura um imóvel do Grupo FG, pode ligar para mim.

Barbara Reiter CRECI 23.045 – Cel 47 9629-2999 ou 47 9200-2999.

Texto publicado no encarte de O Sol Diário de 14 de agosto de 2013.

Highlights Barbara Reiter na mídia

Capa da Veja de 07 de janeiro de 2004

Capa da Revista Fique Linda

Revista Nova e outras fotos

Página dupla da Revista Persona Julho 2013

Capa dupla de O Sol Diário do Diário Catarinense de 20 de julho de 2013

Jurerê Internacional: the place to be

Após um final de semana mágico entre amigos queridos, um deles escreveu o seguinte texto e tirou as fotos que ilustram esse post:

Minha esposa Denise e eu fomos passar um final de semana com amigos em Jurerê Internacional, lugar descrito pelo The New York Times como “The place to be”.

Que agradável surpresa encontrar um espaço urbano tão bem planejado. Ruas e avenidas amplas, bem sinalizadas, adornadas por uma generosa variedade de árvores e flores, transformam o simples ato de conduzir um veículo num prazeroso passeio que permite ao condutor transitar com os vidros abertos, ao sabor do vento, sem os riscos previsíveis das grandes cidades. Além da segurança, sofisticação e sustentabilidade.

Percebia-se discreta e elegante presença de moradores do bairro mais luxuoso de Florianópolis. Semblante simpático e amistoso de quem está habituado a receber.

Excelente primeira impressão no Hotel Jurerê Beach Village: conforto e requinte. Após reparadora noite de sono, da janela do Studio se podia contemplar um sol generosamente brilhante a refletir-se sobre as águas do mar.

Com uma temperatura muito agradável, após saborearmos um farto delicioso café da manhã, saímos todos para passeio pela belíssima orla, com praias de águas límpidas, calmas e areia fina branca, que se acessa direto do hotel com o mar aos seus pés.

Então, um mergulho na piscina do hotel, com momentos alegres e agradáveis, bebericando champanhe.

Um dos pontos turísticos do local, a Fortaleza de São José da Ponta Grossa, dista uns três quilômetros, aproximadamente, do Jurerê Beach Village. O forte, um monumento arquitetônico de grande valor histórico, muito bem conservado, conduz a uma viagem no tempo. Recomendo. Imperdível.

Após o jantar, uma caminhada. O lugar, pela sua tranquilidade, nos inspirou segurança para um passeio ao ar livre. Sentamos no sofisticado Villa’s Café Bistrô.

E, por falar nas facilidades encontradas pelos visitantes, não posso deixar de mencionar a localização especial do Jurerê Beach Village, vez que, de suas dependências, o hóspede pode sair diretamente na areia e usufruir dos serviços de praia oferecidos pelo hotel. Bem como, também, aproveitar para fazer um passeio pelo bairro, aonde irá, além de desfrutar da beleza da paisagem, se deparar com uma requintada arquitetura, composta por luxuosas, modernas e amplas mansões, no estilo europeu, sem muros nem cercas.


Indubitavelmente, um agradável fim de semana, onde tivemos a oportunidade e o privilégio de conviver com grandes amigos, hospedados em um hotel de alto requinte e ambientes luxuosos, fazendo-nos sentir especiais.

Texto e fotos Dr. Aparecido Martins, advogado, Itajaí.

Meanwhile at the White House…

16 de junho instalei um contador de visitas. Menos de um mês depois e quase mil acessos ao Blog. Que surpresa! Então nos meus solilóquios, questionei: quem será que vem até aqui?

Resolvido o mistério! Descobri de onde estão vindo os acessos ao Blog!

Superfeliz por ter conquistado um lugarzinho ao sol na blogosfera!

Será que está só me espionando ou pensando em investir em imóvel em Balneário Camboriú?

Convite para a 18ª Feijoada Apae / Lions / Neo.G

É uma feijoada, é uma diversão, mas é principalmente uma ação social com causa nobre!

O Lions Centro de Itajaí todos os anos promove uma Feijoada em prol da Apae. Nessa 18ª edição, a Neo.G também abraçou a causa e vai doar o espaço, a decoração, as camisetas, a divulgação, a assessoria de imprensa, trazer a alegria. parte do valor arrecadado vai ser destinado à Apae para a manutenção do Centro de Atendimento Educacional Especializado em Educação Especial Waldyr Benvenutti e o restante ao Lions Clube Itajaí Centro, para a execução dos outros projetos da entidade.
Vai ter samba, feijoada feita com muito carinho pelos membros do Lions.
Mas nada disso vai funcionar se não tiver a presença e o apoio dos amigos.
Prestigie o evento! Junte a família! Convide os amigos. Ajudem-nos a fazer a festa!

O convite custa R$ 50,00.
Ligue que mando entregar na sua casa.
47 9629-2999

Luxo não é ter, é ser

Balneário Camboriú possui um cenário natural que por si só já é um verdadeiro loosho, desenhado à mão por Deus. Não bastasse isso, sou corretora de uma das marcas do Grupo FG, que é referência em todo o Brasil e conhecida por construir imóveis des-lum-bran-tes. Só para ilustrar, o Millenium possui uma piscina privativa na sala em cada andar, como uma extensão do mar, que pode ser visto através das janelas. Puro glamour. No Infinity Coast, há uma hidro com cromoterapia dentro da suíte máster! Estariam em qualquer wishlist, de membros da aristocracia inglesa a ganhadores da megasena. Na minha wishlist, for sure. Então, o assunto luxo mais que me interessa.

Fui a um curso trazido a Balneário pela Ícone Agência de Negócios, denominado Estratégias para a Construção de uma Marca Premium, ministrado por Claudio Diniz, expert no assunto, autor do livro O Mercado do Luxo no Brasil, Tendências e Oportunidades. Estou ansiosa para iniciar a leitura, tão logo conclua a envolvente biografia da Viuva Cliquot.

O conteúdo do curso foi extraordinário, apesar de um dia só ser pouco. Ratificou os conceitos que trago na bagagem sobre o assunto. Se, a cada meia-hora um novo milionário nasce no Brasil, vamos saber mais sobre esse mercado. O Complexo de Ensino Superior de Santa Catarina – Cesusc está com inscrições abertas para um curso de pós-graduação Gestão do Luxo: Moda, Consumo, Indústria e Mídias, com início previsto para 2 de agosto, tendo Claudio Diniz como um dos facilitadores.

Há algum contraste no que vi de luxo na Europa, na cosmopolita São Paulo onde convivi por 3 décadas com la crème de la crème e aqui no litoral catarinense. Mas, principalmente, diferenças no comportamento do usuário desse mercado, do tradicional cincocentão às celebridades emergentes ávidas por exposição, e no atendimento a esse consumidor. Acho interessante observar curiosamente hábitos e costumes dos novos ricos, as celebridades instantâneas, jogadores de futebol e afins. Alors, que faites-vous là? Nem sempre dinheiro sobrando é sinônimo de requinte, neam? Ouço os autofalantes dos automóveis estacionados em frente ao belíssimo mar esmeralda que tocam agromusic num volume que faria corar o autor do protocolo real britânico.

É possível uma definição inequívoca do verbete luxo? N’est pas possible! Alex Ferrer, uma figura ímpar que amo e mataria de emoção Madame Christine Yufon, diz que “é a simplicidade do dia a dia”, expressão que já tem até hashtag no Instagram. Álvaro Garnero afirma: “Luxo deixou de ser ostentação da riqueza, algo que se vê mais nos países árabes. É o prazer pessoal, ter um momento para tomar um bom vinho, tirar férias.” Para Mademoiselle Chanel “o luxo não é o contrário da pobreza, mas sim, da vulgaridade”. D’accord, ma chère.

Diferente para os emergentes, que o associam às marcas de ostentação, exibição e opulência, para os bem-nascidos há a atração pelo luxo sensorial, do prazer e da sensibilidade. Para mim é ser dono do seu tempo e poder usufruir do conforto, exclusividade, beleza, bom gosto, qualidade, raridade, uma experiência sensorial única. Mas é buscar, conforme seus recursos, sua autorrealização. Por isso, é relativo. Todos buscam a autorrealização, e as necessidades do homem são classificadas de acordo com uma hierarquia. À medida que satisfazemos uma, imediatamente procuramos satisfazer a próxima.

Luxo tem a mesma raiz da palavra luz (em latim lux). Algo que resplandece e se destaca da banalidade de objetos triviais e experiências corriqueiras. É sair do ordinário para o extraordinário.

Assista agora a dois excelentes exemplos de tradição, arte, exclusividade.

Registro meia dúzia de coisas que considero luxo autêntico. Tempo para curtir um dolce-far-niente. Tomar um cappuccino na Galeria Vittorio Emanuele de Milão. Un verre de vin rouge na Champs-Elysées em Paris em frente ao George V. C’est délicieux!

Saborear um café em Jurerê Internacional com mamis. Epicurista, sim. Hedonista, não. Enquanto o objeto de desejo de muitas é o Louboutin último tipo, para mim é minha sandália havaiana nas areias quentes e limpas de Balneário Camboriú. Qu’est-ce qu’exister ? Se boire sans soif! La vie est à vivre!

Ecoville Residence Itajaí – direto com a construtora

Santa Catarina é um estado de primeiro mundo ao sul do Brasil, de colonização largamente efetuada por europeus. Aos primeiros imigrantes açorianos que chegaram durante o século XVIII, juntaram-se mais tarde alemães e italianos que se concentram no Vale do Itajaí trazendo sua cultura riquíssima. Os índices sociais do estado estão entre os melhores do país, com economia diversificada e industrializada.

Veja a Praia de Cabeçudas. O Estado foi eleito por seis anos consecutivos o melhor destino turístico do Brasil. E uma grande vantagem que o litoral catarinense oferece em relação ao restante da orla brasileira é a segurança que os frequentadores desfrutam.

Itajaí tem praias lindíssimas como o Canto do Morcego.

Em Itajaí está o segundo maior porto do Brasil e o PIB aumentou 700% na última década de acordo com o IBGE. É a cidade que mais cresceu na última década, encantadora, com ótimo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Ao lado do Aeroporto de Navegantes.

O potencial da região já foi descoberto por várias empresas que aqui chegam trazendo mais ascensão para a cidade: a italiana Azimuth, a Petrobras, a Brasil Foods e outras. O aumento do mercado de trabalho atrai brasileiros de todas as regiões a procura de qualidade de vida.

O melhor bairro de Itajaí e que mais valoriza na cidade é a Ressacada: residencial de alto padrão, cercado por extensa área de Mata Atlântica preservada, ao lado do Horto, arborizado, seguro, excelente vizinhança, com casas de alto padrão. Ainda assim, é próximo ao centro, perto de tudo. A três minutos da Univali, de bancos, dez minutos do hipermercado Angeloni, e com fácil saída para a BR 101 pela Contorno Sul, que está sendo reurbanizada. Uma região cercada de facilidades incrustada na natureza.

Na Ressacada já está subindo o primeiro empreendimento do novo capítulo que o Grupo FG está escrevendo em Santa Catarina: o Ecoville Residence da Neo.G Construções. Obra aprovada, incorporada, acabamento padrão FG, em fase de finalização das fundações.

Um projeto caprichado como é tradição na holding FG, com entrega programada para março de 2016.

• 4 apartamentos por andar
• Coleta seletiva de lixo
• Captação de água da chuva
• Medidores individuais de água e gás
• Bicicletário
• Infraestrutura para instalação de ar-condicionado do tipo “split”
• Sistema de monitoramento por câmeras

Os apartamentos de 2 ou 3 dormitórios, sacada com churrasqueira, piso em porcelanato, laminado de madeira nos quartos, com lazer completo:

• Piscina adulto/infantil com raia, espelho d’água e deck externo
• Quiosque externo com espaço gourmet
• Salão de festas com espaço gourmet e lounge
• Terraço descoberto com gazebo
• Sala de jogos
• Brinquedoteca
• Playground
• Academia
• Espaço zen
• Espaço yoga e pilates

Agora, a melhor parte: a Neo.G está fazendo uma campanha relâmpago em algumas unidades do Ecoville, em 3 opções, só até final de maio:

-120 meses direto com a construtora, sem entrada.

-10% no ato + 100 meses = 3% desconto.

-10% no ato + 60 meses = 5% desconto

Os apartamentos de 2 dormitórios estão R$ 308.500,00 e de 3 dormitórios R$ 427.600,00 (sexto a décimo primeiro andares).

De 2 dormitórios R$ 350.000,00 e de 3 dormitórios R$ 467.600,00 (décimo oitavo a vigésimo quarto andares).

Aproveite essa condição especial e ligue para mim agora mesmo: (47) 9629-2999 ou (47) 9200-2999.

Sou corretora da Neo.G Construções Bárbara Reiter – Creci 23.045

Registro de Incorporação nº 31.215 do 1º Ofício de Imóveis da Comarca de Itajaí.

Reserve agora seu Ecoville e descubra que seu gramado é muito mais verde que o do vizinho!

Bárbara Reiter (47) 9200-2999 e (47) 9629-2999.